Vermelho, Branco e Sangue Azul

19/12/2019
cover for Vermelho, Branco e Sangue Azul post

Fonte: Isadora Zeferino – Reprodução

Eu hesitei muito sobre escrever ou não essa resenha. VBSA, embora um sucesso de vendas e um queridinho no coração de 9 a cada 10 leitores, não é um livro pra mim. Mas decidi que eu poderia falar sobre outra coisa, sobre outro aspecto no qual fiquei pensando: a tradução e sua importância para a conexão com o público.

Primeiro, uma rápida defesa tanto do livro quanto dos motivos que me levaram a não gostar gostaaar mesmo dele.

VBSA é um bom livro, e em algumas partes eu realmente me diverti com ele. O Henry é um personagem muito amorzinho. Sobretudo do meio para o final, a história ganha dimensões importantes em termos de política, sociedade, amor e representatividade.

LEIA MAIS

Editor, tradutor, preparador, revisor: esses ilustres cidadãos

11/11/2019
cover for Editor, tradutor, preparador, revisor: esses ilustres cidadãos post

Fonte: helpingwritersbecomeauthors – Reprodução

Depois de resenhar livros e escrever minhas próprias histórias, fazer parte da equipe da Faísca me trouxe um novo interesse: futucar o texto alheio. Eu já desempenhava esse papel na área acadêmica, revisando teses e dissertações como freelancer, mas eu nunca havia tido uma vivência extensa trabalhando em cima de textos de ficção.

Posso dizer que é tão divertido quanto escrever, mas com duas vezes mais responsabilidades. E, de tanto editar e revisar textos que não eram meus, fui pegando gosto pela coisa e achei por bem me profissionalizar. Além de me tornar uma escritora melhor, era um jeito de arrumar trabalhinhos que me permitissem ficar perto dos livros, das histórias e do mercado editorial.

LEIA MAIS

Serpentário: inovador, perturbador e hilário

29/09/2019
cover for Serpentário: inovador, perturbador e hilário post

Fonte: Geeks United – Reprodução

Dentre as coisas que li do Felipe Castilho, com certeza Serpentário tornou-se a minha favorita. Ele é um livro… doido. Sem regras. Uma experiência de leitura em que o projeto gráfico se une com a prosa, com a forma, com cada tipografia e piadinha cretina colocada no momento certo.

Comprei meu exemplar lá em Porto Alegre, durante a Odisseia de Literatura Fantástica, pelas mãos do próprio Felipe (eleito por unanimidade miss simpatia de qualquer evento literário). No meio do burburinho de amigas e amigos empolgados com a obra, foi um desafio começar a leitura sem captar nada do contexto. Mas eu consegui. Não li nem as orelhas do livro. Apenas coloquei o bichinho no colo, virei a primeira página e fui.

LEIA MAIS